Quem usa bolsa de urina?

Perguntado por: rmarques7 . Última atualização: 23 de fevereiro de 2023
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A bolsa de urina é um dispositivo de uso médico, muito comum em tratamentos de retenção urinária e doenças de próstata, além de muitas vezes fazer parte do pós-operatório de cirurgias ginecológicas e urológicas.

O tempo de permanência hospitalar varia de 12 horas a 1 dia. Após a retirada da sonda urinária espera-se a primeira micção (fazer xixi) antes da alta.

A bolsa de colostomia é um saco coletor, que pode estar localizado ao lado do abdômen, exercendo a função de receber as fezes ou a urina. Existem diversos padrões para as bolsas, e cada uma é indicada de acordo com a abertura feita na parede abdominal, idade e tipo de material que irá receber.

Conforme indicado pelo fabricante da sonda (geralmente a cada 12 semanas).

Se você costumava dormir voltado para o lado em que está a bolsa, tudo Ok, pois o próprio colchão vai ajudar a sustentá-la. Se você se volta para o lado oposto ao do estoma, basta colocar um travesseiro embaixo dela, para que ela não o acorde à medida que for enchendo e ficando mais pesada.

Ostomizado não pode fazer exercícios físicos.
Com autorização médica você pode ir à academia, correr, caminhar e praticar esportes. Mas atenção! Evite esportes com muito contato físico ou que possam causar traumas ao estoma. Além disso, esteja sempre atento ao seu limite.

Além destes cuidados é importante secar bem o saco coletor e a sonda depois do banho. Porém, caso o saco coletor se separe da sonda no banho ou em outro momento, é importante jogá-lo no lixo e substituí-lo por um saco coletor novo e esterilizado. A ponta da sonda também deve ser desinfectada com álcool a 70º.

Não dói, não machuca, não causa infecção e, quando feito com perícia e carinho por um profissional de enfermagem dedicado, é mais um ato de atenção e cuidado para com o paciente.

Com a saída do cateter para alimentação em 48 a 72 horas o orifício se fechará o que pode dificultar o posicionamento de novo cateter e a impossibilidade de alimentar o paciente caso não haja outra via. Não existe risco de vida com a perda inadvertida ou retirada programada.

Usualmente pequenos sangramentos pelo uso da sonda, tanto dentro da bolsa como por fora, são normais e autolimitados. No entanto, sempre é importante avaliar cada caso e por isso sugiro que revise com seu médico.

A vida após a retirada da bexiga pode ser completamente diferente para cada pessoa. Algumas se sentem completamente recuperadas após a cirurgia, enquanto outras precisam de mais tempo para se adaptar. Independentemente do caso, é importante que você saiba o que esperar e como lidar com a situação.

Geralmente, o uso das bolsas é temporário e exige uma nova cirurgia para ser retirada, em um período de 4 a 6 semanas após a cicatrização do órgão. No pós-operatório é sempre importante estar atento a sintomas como estufamento abdominal, dores intensas, febre e intestino parado.

A sonda vesical ou Foley entra pela uretra e se prende na bexiga por um pequeno balão. Ela tem a função de eliminar a urina quando a pessoa não consegue urinar espontaneamente.

O saco pode ter torneira de esvaziamento ou ser estanque. Como falei os sacos podem ter válvula ou torneira para ser esvaziado ou serem estanques ou fechados, em ambas as situações devemos ter presente que a medida dos 2/3 é o limite máximo para se proceder ao esvaziamento ou retirada do saco.

O cateter vesical fica preso devido ao enchimento de um balão em sua extremidade e para retirá-lo apenas se esvazia o balão e puxa o cateter. Para evitar que a sonda se desprenda é utilizado um balão com que insuflado dentro da bexiga. O procedimento de retirada da sonda é bem tranquilo não ficando fixada na uretra.

A sonda vesical é utilizada naquelas situações em que o fluxo da urina é interrompido, visando permitir que ele flua normalmente ou para injetar medicações diretamente na bexiga . Além disso, a sondagem também pode coletar material para análise diagnóstica e ajuda na mensuração do volume diário de urina .

Posicione a cuba rim entre as pernas do paciente. Com a mão dominante, segure a sonda e passe o anestésico que foi colocado no campo estéril, em 5 a 15 cm da ponta da sonda. Com o pênis perpendicular ao corpo do paciente, introduzir a sonda com a ponta lubrificada até retornar urina na cuba rim.

Quanto ao banho: não é necessário retirar a bolsa para tomar banho, quer que seja de aspersão ou imersão, o sabão e a água não prejudicam a ostomia, deve-se evitar o jato forte do chuveiro diretamente na abertura da ostomia, pois pode provocar sangramento.

Em casos em que há má formação do sistema urinário, pode ocorrer o refluxo da urina, que acaba voltando aos ruins e causando infecções urinárias recorrentes. Para evitar danos aos rins (que podem, inclusive, deixar de funcionar), a urostomia é uma opção para garantir saúde e qualidade de vida ao paciente.

Sim, é normal! Mesmo com esse novo caminho de eliminação, os pacientes ostomizados podem sentir vontade de evacuar. Existem dois tipos diferentes de colostomia: colostomia em alça e colostomia terminal. Na colostomia em alça não há desconexão total do trânsito intestinal.