Quanto custava 1 kg de carne em 1995?

Perguntado por: eibrahim . Última atualização: 20 de fevereiro de 2023
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O patinho, que chegou a R$ 4,00 o quilo, custa hoje R$ 3,20. A picanha baixou de R$ 15,00 para até R$ 6,50. A costela caiu de R$ 2,00 para R$ 0,99.

Na época, uma Coca-Cola de dois litros custava R$2,89 e o quilo do tomate não chegava a R$1. Além disso, o valor de diferentes cortes de carne também foi apontado nas redes sociais, com variação de R$3,99 a R$12,99.

O patinho, que chegou a R$ 4,00 o quilo, custa hoje R$ 3,20. A picanha baixou de R$ 15,00 para até R$ 6,50. A costela caiu de R$ 2,00 para R$ 0,99.

O quilo da carne em São Paulo, que custava R$ 3,21 em 1994, hoje vale R$ 19,53 em média.

Em janeiro do ano passado, o produto custava em média R$ 7,55, mas encerrou o ano a R$ 13,99, o quilo.

Se fosse apenas pela inflação geral acumulada, o quilo (da alcatra ou do contrafilé, com o preço de referência do supermercado citado) estariam por volta de R$ 16.

A cotação do traseiro sete cortes (coxão mole, coxão duro, lagarto, patinho, alcatra, contra-filé e filé mignon) variava entre R$ 5,60 e R$ 5,65/Kg (preço mínimo e máximo).

Mas quando a comemoração pelas vitórias da seleção de Luiz Felipe Scolari se estendiam, o churrasco estava garantido — e por pouco. Na semana da conquista do Penta, a mesma rede de supermercados vendia o quilo da alcatra e do contrafilé por R$ 4,49.

Já a picanha subiu 26,3% em 2008, mas derrapou este ano, saindo de R$ 26,58 em janeiro para R$ 17,00 o quilo em abril.

Segundo ele, em 2004 o quilo da picanha valia R$ 28 e correspondia a 11% do salário mínimo, de R$ 260.

>>>Confira o gráfico com a variação de preços
No final de 2010, o quilo superou os R$ 50. A mesma sensação foi percebida na picanha, que, em cortes em tiras (misturado com a alcatra), chega a ser vendida a R$ 19,90.

Em embalagem de 5 kg o arroz parboilizado ficou entre R$ 5,75 e R$ 7,67 no RS; em SP, variou entre R$ 7,39 e R$ 8,70. Os preços máximos foram todos observados em dezembro, enquanto os mínimos ocorreram notadamente em abril e junho.

Ele pagava pelo quilo R$ 10,20 no início do plano. Os fornecedores passaram a cobrar até R$ 25,20 o quilo, ou seja, um aumento de cerca de 150%. Entre os pratos de carne, a picanha é o carro-chefe.

De acordo com dados Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, em novembro de 2011, o combustível custava R$ 2,75, enquanto atualmente a média nacional é R$ 6,21.

É carne de primeira. O filé mignon, que nesta época em 2011 estava custando cerca de R$ 40 por quilo, hoje sai por R$ 25,90. A picanha está R$ 5 mais barata: o quilo sai em torno de R$ 24.

Se fosse, teria ao menos mantido o mesmo poder de compra que tinha quando surgiu em julho de 1994, quando o arroz custava R$ 0,64 o quilo, o pão francês, R$ 0,09 a unidade, e o filé mignon, R$ 6,80 o quilo (veja outros valores da época aqui).

R$ 1

Segundo o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Solimeo, 1kg de frango em 1994 custava R$ 1.

No mercado interno, os preços seguem firmes, com a carne no varejo alcançando preço médio em fevereiro/08 de R$ 10,76/kg, segundo o Dieese, bem próximo do valor máximo desde 2002 (R$ 11,04/kg de novembro passado).

No varejo, o preço médio dos cortes subiu de R$9,82/kg em junho para R$12,43/kg em novembro: um reajuste de 26,6%.

R$ 21,93

De acordo com a pesquisa, os cortes mais nobres do boi custavam, em média, R$ 20,36 por kg no final de 2015. Em julho de 2016, este valor saltou para R$ 21,93. Segundo o economista Roberto Sena, o aumento é acima da inflação do período, que está estimada em 5,75%.