Quantas pessoas morreram de 2003 a 2006?

Perguntado por: ecurado . Última atualização: 20 de fevereiro de 2023
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Em 2003, 39.325 pessoas morreram por arma de fogo. Em 2004, foram registradas 37.113 mortes. Houve redução também em 2005, com 36.060 mortes e, em 2006, foram 34.648.
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Número de mortes por arma de fogo cai 12% no Brasil.

AnoNº de mortes por arma de fogoVariação %
200339.325+ 3,5%
200437.113- 5,6%
200536.060- 3,2%
200634.648- 4,0%

Naquele ano, o SIM captou um total de 982.807 óbitos no Brasil; em 8.810 (0,9%) declarações de óbito não havia informações completas sobre sexo e/ou faixa etária. Assim, foram utilizadas para análise as informações de 973.997 óbitos, dos quais 58,1% foram de indivíduos do sexo masculino.

Os homicídios por arma de fogo totalizaram 34.187 em 2004, de acordo com os registros de óbitos no país.

O número de mortes registradas no Brasil entre 2006 e 2016 aumentou em 24,7%. Em 2006, foram contabilizadas 1.019.393 mortes e, no ano passado, 1.270.898. Houve redução expressiva da mortalidade até os 14 anos e aumento nas idades mais avançadas, em especial acima dos 50 anos, reflexo do envelhecimento populacional.

Há 16 anos o PCC (Primeiro Comando da Capital) espalhava o terror no estado de São Paulo, matando 59 agentes de segurança nas ruas e se rebelando em 74 presídios paulistas. Os ataques ocorreram entre os dias 12 e 20 de maio de 2006.

O Censo de 2010 constatou: morrem mais homens do que mulheres no Brasil. Entre agosto de 2009 e julho de 2010, o Censo somou 1.034.418 mortes no Brasil.

Ao total, foram 52.336 assassinatos registrados, número 3,8% superior ao de 2013 (50.413). Houve ainda 2.061 latrocínios (roubos seguidos de morte) no ano passado. Além disso, 2.368 pessoas morreram em confrontos com a Polícia Militar.

No Brasil, os homens vivem em média 7,1 anos menos do que as mulheres, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016, a expectativa de vida da população masculina chegou a 72,2 anos enquanto a feminina atingiu 79,3.

39.325 pessoas

Os números mostram que a vida de 4.677 foram poupadas nesse período. Em 2003, 39.325 pessoas morreram por arma de fogo.
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Número de mortes por arma de fogo cai 12% no Brasil.

Mais de 1 milhão de pessoas morreu vítima de homicídios no país nos últimos 30 anos, aponta o Mapa da Violência. As mortes violentas passaram de 13.910 casos registrados em 1980 para 49.932 em 2010, um aumento de 259% e que equivale a cerca de 4,4% de crescimento anual.

Tendência inversa é notada entre os dados relativos a não negros, grupo que abrange brancos, amarelos e indígenas. Em 2008, foram registrados 15 mil assassinatos contra essas pessoas. O número permaneceu estável ao longo dos anos seguintes e sofreu queda em 2018, quando aconteceram 12,7 mil homicídios.

Ano da publicação: 2022
A violência letal no Brasil atingiu o recorde histórico em 2017, quando mais de 64 mil pessoas foram assassinadas e a taxa de mortalidade chegou a 30,9 por 100 mil habitantes. Desde 2018, no entanto, o país tem reduzido anualmente a taxa de mortes violentas intencionais, chegando a 22,3 em 2021.

O Brasil registrou 47,7 mil assassinatos em 2007, o equivalente a uma média diária de 117 mortes.

Um programa social bastante conhecido do governo Lula é o Bolsa Família, criado por meio da Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, e regulamentado pelo Decreto nº 5.209, de 17 de setembro de 2004.

Em 2014, foram registradas, no Brasil mais de 1,2 milhão de mortes. Os dados, os mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde, constam no Sistema de Informação sobre Mortalidade e se referem às certidões de óbito emitidas pelos municípios do país e posteriormente repassadas ao governo federal.

Nomeações e ministérios
A MP trouxe de volta as pastas de Esporte, Transportes, além do Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Agrário. Foram criados ainda os ministérios dos Povos Indígenas e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. Veja os nomes de todos os ministros de Lula aqui.

A facção paulista é influente dentro dos presídios, mas não hegemônica nas ruas. Já o CV foi detectado em 2009 e, atualmente, é a principal facção do estado. Ainda no Pará, há a presença do CDN, que é menor do que o PCC e o CV.

Os confrontos têm sido encabeçados por Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), em lados opostos e apoiados por aliados, com episódios dentro de presídios e periferias de cidades brasileiras.

No Rio de Janeiro, é usado como gíria por apoiadores da facção Terceiro Comando Puro (TCP) para indicar que a área está sob controle, tranquila ou identificar apoiadores.

Brasil teve 50.108 assassinatos; no mundo, foram 437 mil homicídios.