Auditório Ibirapuera apresenta

Terno Rei

em Violeta

com Gustavo Schirmer

O quarteto Terno Rei – formado por Ale Sater (baixo e vocal), Bruno Paschoal (guitarra, vocal e sintetizadores), Greg Maya (guitarra e sintetizadores) e Luis Cardoso (voz e bateria) – sobe ao palco do Auditório Ibirapuera para mostrar as composições de Violeta (2019), seu terceiro e mais recente trabalho, além de hits da carreira, como “Criança”. Gustavo Schirmer, produtor do álbum, participa do show tocando piano e violão.

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19  Julho |  21H

Terno Rei

em Violeta

com Gustavo Schirmer

O quarteto Terno Rei – formado por Ale Sater (baixo e vocal), Bruno Paschoal (guitarra, vocal e sintetizadores), Greg Maya (guitarra e sintetizadores) e Luis Cardoso (voz e bateria) – sobe ao palco do Auditório Ibirapuera para mostrar as composições de Violeta (2019), seu terceiro e mais recente trabalho, além de hits da carreira, como “Criança”. Gustavo Schirmer, produtor do álbum, participa do show tocando piano e violão.

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Sexta-Feira | 21H

19 Jul 2019

esgotado

Local: Plateia interna

Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

Duração aproximada: 90 minutos

Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)

Sexta-Feira | 21H

19 Jul2019esgotado

  • L
  • Libras

Local: Plateia interna

Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

Duração aproximada: 90 minutos

Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)

Terno Rei

O Terno Rei – formado por Ale Sater (baixo e vocal), Bruno Paschoal (guitarra, vocal e sintetizadores), Greg Maya (guitarra e sintetizadores) e Luis Cardoso (voz e bateria) – sobe ao palco do Auditório Ibirapuera para mostrar as composições de Violeta (2019, Balaclava Records), seu terceiro e mais recente trabalho, além de hits de sua carreira.

O show, que conta com a participação de Gustavo Schirmer (piano e violão), traz no repertório canções como “Solidão de Volta”, “Estava Ali”, “Medo” e “Vento na Cara”, além de músicas dos discos anteriores do quarteto – Vigília (2014) e Essa Noite Bateu como um Sonho (2016). “Esta apresentação vai ser única, já que teremos o Gustavo, que também é nosso produtor, tocando piano ao vivo”, conta Bruno.

A respeito da sonoridade de Violeta, mais pop que a dos álbuns anteriores do quarteto, Bruno explica que ela se dá devido à evolução natural da banda, cujo amadurecimento a fez diversificar o trabalho, mas sem perder as suas características.

“Sempre pensamos em nos reinventar a cada trabalho e, com o passar dos anos, fomos amadurecendo, mudando influências e aquilo que ouvimos”, diz. “Nesse disco, também queríamos soar mais abertos, com músicas mais rápidas e mais pop e com menos utilização de guitarras. Acho que conseguimos fazer isso, de certa forma, sem perder as características do Terno Rei. Violeta tem a nossa cara, mas ao mesmo tempo está diferente.”