Auditório Ibirapuera apresenta

Ocam convida Orquestra Mundana Refugi

regência Gil Jardim

A Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (Ocam – ECA/USP) se apresenta sob a regência do maestro Gil Jardim e convida a Orquestra Mundana Refugi – formada por imigrantes e artistas vindos de países em situação de conflito social – para um concerto cujo repertório é composto de música brasileira, paquistanesa, iraniana, indiana e congolesa, entre outras.

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27  Setembro |  21H

Ocam convida Orquestra Mundana Refugi

regência Gil Jardim

A Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (Ocam – ECA/USP) se apresenta sob a regência do maestro Gil Jardim e convida a Orquestra Mundana Refugi – formada por imigrantes e artistas vindos de países em situação de conflito social – para um concerto cujo repertório é composto de música brasileira, paquistanesa, iraniana, indiana e congolesa, entre outras.

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Sexta-Feira | 21H

27 Set 2019

Local: Plateia interna

Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

Duração aproximada: 90 minutos

Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)

Sexta-Feira | 21H

27 Set2019

  • L
  • Libras

Local: Plateia interna

Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

Duração aproximada: 90 minutos

Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)

Ocam convida Orquestra Mundana Refugi

A Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (Ocam – ECA/USP) se apresenta sob a regência do maestro Gil Jardim e convida a Orquestra Mundana Refugi – formada por imigrantes e artistas vindos de países em situação de conflito social, sob a direção artística e musical de Carlinhos Antunes – para um concerto especial.

“Faremos mais um lindo espetáculo, assim como aconteceu ano passado, também no Auditório Ibirapuera, juntando nossos gestos musicais, mantendo nossas identidades e nos abraçando por livre e espontânea vontade”, fala Gil Jardim. “Convidar novamente a Orquestra Mundana Refugi para mais uma temporada da Ocam significa ampliar o espaço para sensibilizar um número ainda maior de pessoas quanto à questão dos refugiados, que está cada vez mais alarmante. Precisamos nos manifestar sobre essa situação”, diz. “Somos dois organismos distintos, mas o respeito à diversidade nos interessa igualmente.”

O conjunto de músicos que sobe ao palco – formado por 45 integrantes da Ocam e 23 da Refugi – mostra um repertório composto de música clássica e popular brasileiras que mescla trechos de obras de nomes como Villa-Lobos (“Bachianas Brasileiras Nº 4”), Guerra-Peixe (“Tributo a Portinari”) e Chico Buarque (“As Caravanas”) com canções oriundas de várias etnias, como paquistanesa, iraniana, indiana e congolesa, num diálogo entre a música brasileira e a do mundo.

“Fizemos arranjos para a Ocam e ampliamos o repertório com novas canções, com novas imagens, com um alento avivado pelos reais motivos desse nosso encontro e celebrando culturas diversas”, diz o maestro. “Alguns arranjos foram escritos por mim, outros por Daniel Muller, integrante da Refugi, além de contar com a ‘caneta precisa’ de Yuri Prado. A maioria das canções pode ser encontrada nos CDs da Orquestra Mundana Refugi”.

Sobre a Ocam
Criada em 1995 pelo maestro Olivier Toni, a orquestra tem como propósito dar suporte às atividades pedagógicas desenvolvidas no Departamento de Música da ECA/USP. Dirigida desde 2001 pelo maestro Gil Jardim, caracteriza-se pela qualidade de suas performances musicais, pela abrangência arrojada de sua programação e pela maneira personalizada por meio da qual desenvolve todas as ações de comunicação e relacionamento que sustentam sua proposta artística, sendo referência entre as orquestras brasileiras.

Sobre a Orquestra Mundana Refugi
Formada em agosto de 2017 sob a direção artística e musical de Carlinhos Antunes, a orquestra reúne artistas de diversos países e traz vivências e formas distintas de abordar a música. O grupo é composto de imigrantes e artistas vindos de países em situação de conflito social.