Auditório Ibirapuera apresenta

Especial Dia dos Professores

Professores da Escola do Auditório se apresentam, com diferentes formações musicais, para celebrar o Dia do Professor e homenagear os mestres de todo o país. Durante o espetáculo, os músicos se revezam em grupos que mesclam instrumentos de sopro, corda, metal e percussão, além da voz, para mostrar um repertório composto de música instrumental e canções.

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19  Outubro |  21H

Especial Dia dos Professores

Professores da Escola do Auditório se apresentam, com diferentes formações musicais, para celebrar o Dia do Professor e homenagear os mestres de todo o país. Durante o espetáculo, os músicos se revezam em grupos que mesclam instrumentos de sopro, corda, metal e percussão, além da voz, para mostrar um repertório composto de música instrumental e canções.

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Sábado | 21H

19 Out 2019

Local: Plateia interna

Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

Duração aproximada: 90 minutos

Sábado | 21H

19 Out2019

  • L
  • Libras

Local: Plateia interna

Abertura da casa: 90 minutos antes do espetáculo

Duração aproximada: 90 minutos

Especial Dia dos Professores

No dia 19 de outubro, às 21h, professores do corpo docente da Escola do Auditório sobem ao palco da casa com diferentes formações – em grupos que mesclam instrumentos de sopro, corda, metal e percussão, além da voz – para celebrar o Dia dos Professores e homenagear os mestres de todo o país. O repertório da apresentação é composto de música popular brasileira.

“É uma noite especial, de encontro, de festa, que coloca os professores em seu momento maior de criação e de celebração, por meio da construção e da desconstrução de melodias, da arte de improvisar e dessa música ‘fresca’ que ajuda a estabelecer uma relação com os jovens, seja no âmbito pessoal, seja no profissional”, fala Nailor Proveta, instrumentista, professor e diretor artístico-pedagógico da Escola do Auditório. “Vamos apresentar um repertório variado e divertido de obras de alguns dos mestres e mestras da escola e de nomes como Paulinho da Viola, Sivuca, Dorival Caymmi, Gilberto Gil e Djavan, com alguns arranjos escritos por mim, por Vanessa Moreno e por Debora Gurgel.”

O octeto composto de Aninha Ferrini (voz), Beatriz Pacheco (sax), Everton Dantas (voz), Edinho Zeferino (trompa), Liw Ferreira (violão), Wilson Alves (voz), Rogério Clementino (baixo) e Vagner Ordônio (saxofone) – todos músicos formados pela Escola do Auditório – abre a noite com um pot-pourri de músicas de Djavan (“A Rota do Indivíduo”, “Lambada de Serpente”, “Muito Obrigado”). Na sequência, Debora Gurgel (piano), Everton Dantas (voz), Fi Maróstica (baixo acústico), Renato Spinosa (voz) e Vanessa Moreno (voz) seguem com canções de Djavan (“Nobreza) e de Gilberto Gil (“Queremos Saber”).

Dando prosseguimento ao espetáculo, um novo quinteto – agora com Celso de Almeida (bateria) e Nailor Azevedo Proveta (clarinete) no lugar de Everton Dantas e Renato Spinosa – mostra obras de Dorival Caymmi (“Rosa Morena”) e Sivuca (“Um Tom para Jobim”). Depois, o sexteto formado por Camila Lordy (piano), Douglas Braga (sax), Everton Dantas (voz), Fi Maróstica (baixo acústico e elétrico), Leo Rodrigues (percussão) e Pedro Ito (bateria) interpreta músicas de Ivan Lins (“Cartomante”) e da pianista do grupo (“Ñmandú”).

O show segue com o trio de sopros formado por Douglas Braga (sax), Gabriela Machado (flauta) e José Luiz Braz (clarinete) apresentando uma música composta por Braga (“Dança Brasileira”). Depois, os cantores Aninha Ferrini, Daniel Reginato, Everton Dantas, Renato Spinosa e Wilson Alves interpretam uma canção de Alceu Valença (“Papagaio do Futuro”).

A penúltima formação a subir ao palco, composta dos instrumentistas Airton Fernandes (baixo acústico), Amador Longhini Jr. (piano), Celso de Almeida (bateria), Liw Ferreira (violão), Valdir Ferreira (trombone) e Walmir Gil (trompete), mostra composições de Moacir Santos e Vinicius de Moraes (“Se Você Disser que Sim”) e de Edu Lobo (“Nego Maluco”). Quem fecha a apresentação dos diversos grupos da noite são os músicos Beatriz Pacheco (sax alto), Debora Gurgel (piano), Celso de Almeida (bateria), Gabriela Machado (flauta), Glauber Seixas (violão de sete cordas), Henrique Araújo (cavaco), Léo Rodrigues (percussão), Liw Ferreira (violão de seis cordas), Nailor Azevedo Proveta (clarinete), Rogério Clementino (baixo), Vagner Ordônio (sax tenor), Valdir Ferreira (trombone), Vanessa Moreno (voz) e Walmir Gil (trompete), com uma obra de K- Ximbinho (“Sempre”).

No encerramento dessa noite especial, todos os professores sobem ao palco e interpretam juntos músicas de Sivuca (“Feira de Mangaio”) e Paulinho da Viola (“Argumento”).

Sobre a Escola do Auditório
A Escola do Auditório oferece um curso livre de música brasileira, com duração de cinco anos, a até 170 estudantes (a partir de 12 anos de idade) da rede pública de ensino que residam no município de São Paulo (SP). O objetivo é proporcionar uma sólida formação na área da música popular, unindo teoria e prática.

Os ingressantes recebem uma bolsa-auxílio. Os estudantes aprendem a tocar um instrumento, desenvolvem a percepção musical e conhecem a história da música brasileira, seus estilos, instrumentos e personagens. Dando coesão e direcionamento ao ensino, o repertório é focado em autores brasileiros, tanto nas aulas quanto nas apresentações realizadas pelos diversos grupos da instituição – como a Orquestra Furiosa do Auditório (Furiosa), a Orquestra Brasileira do Auditório (OBA), o Coro da Escola do Auditório e a Obinha.

As disciplinas ministradas no curso livre de música brasileira se dividem em dois grupos: aulas teóricas – nas quais os alunos aprendem e desenvolvem a leitura de partituras, harmonia e habilidades de percepção rítmica e melódica, além de conhecer os diversos ritmos brasileiros, passando por suas histórias e seus personagens – e aulas de prática de conjunto, instrumento e orquestra.